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ANEC promove formação sobre Cultura do Cuidado e Comunicação Não-Violenta na Associação Paula Frassinetti

07/02/2026
Por  ANEC Comunicação

Na manhã do dia 4 de fevereiro, a Associação Social Paula Frassinetti (DF), instituição associada à ANEC, promoveu uma experiência formativa significativa para o coração da missão educativa católica. Conduzida por Meily Cassemiro, gerente da Câmara de Educação Básica da ANEC, a oficina “A Palavra e a escuta como Pontes Sagradas: Comunicação Não-Violenta e a Cultura do Cuidado para as infâncias na Escola Católica” ultrapassou as estruturas tradicionais de um encontro formativo para se tornar um espaço de diálogo lúdico, brincante e interativo.

O diálogo fluiu por meio de dinâmicas que envolveram as 31 educadoras presentes em reflexões sensoriais sobre a simbologia da “Atitude Girafa”, promovendo um envolvimento genuíno com os conceitos da Comunicação Não-Violenta (CNV). A oficina destacou que a cultura do cuidado na escola católica é uma construção artesanal feita de escuta ativa e diálogos que exalam respeito, empatia e afeto. Essa postura, conforme discutido, transborda o limite da sala de referência e deve abraçar as crianças, suas famílias e a rede de relações entre todos os educadores da instituição, fortalecendo a creche como uma extensão da “Casa Comum”.

O encontro revelou que, educar na primeira infância, sob a luz da parceria com a Congregação de Santa Doroteia do Brasil, exige a coragem de ser vulnerável e a sabedoria de enxergar a necessidade sagrada que habita por trás de cada gesto infantil. Ao integrar a mística cristã com as ferramentas da CNV, a formação reafirmou que a palavra educadora tem o poder de ser um sacramento do cotidiano, capaz de “desenhar novos mapas de esperança” e restaurar os vínculos de fraternidade em toda a comunidade educativa.

Para a professora Ingrid Keville, a formação sobre Comunicação Não-Violenta foi um marco especial. “Foi uma experiência que abriu meus olhos para novas dimensões profissionais e pessoais ao revelar como pequenas mudanças na forma de falar e escutar podem transformar realidades. O mergulho na simbologia da Atitude Girafa foi incrível e permitiu-nos refletir sobre sentimentos e reconhecer potências. Compreendi que a saúde mental do educador é o alicerce de tudo: para cuidar bem das nossas crianças, precisamos, primeiramente, estar bem conosco. Saio com o compromisso de fortalecer a minha girafa interior, agindo com mais empatia e carinho. Foi um encontro vibrante e transformador que me motiva a entregar sempre o meu melhor”, afirma. 


Remodal

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